7 de janeiro aumento nas Tarifa de Metrô, CPTM e ônibus.

O Governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo anunciam que a tarifa básica do transporte público coletivo por trens, metrô e ônibus passará dos atuais R$ 3,80 para R$ 4,00 a partir de 7 de janeiro. A alteração em 5,26% está abaixo da inflação acumulada desde o último reajuste, em janeiro de 2016, que foi de 9,25%, de acordo com o IPC-Fipe. Desta forma, a variação na tarifa será de quatro pontos percentuais abaixo do índice.

As demais tarifas integradas dos ônibus municipais com os trens do Metrô e da CPTM terão variação de 2,44%, equivalente à inflação acumulada ao longo deste ano. Assim o Bilhete Único Integrado passará de R$ 6,80 para R$ 6,96.

O reajuste na tarifa dos transportes é necessário para adequar a receita ao custo dos sistemas. Durante o ano de 2017 a tarifa básica se manteve inalterada, graças a um esforço conjunto da prefeitura e do Governo do Estado, para não impactar no orçamento dos cidadãos que dependem do transporte público.

Os passageiros que carregarem seus bilhetes até as 23h59 do dia 6 de janeiro poderão viajar com o valor da tarifa antiga, até o crédito se esgotar (máximo de R$ 300 por dia e R$ 350 acumulados no cartão). Os detalhes constam em planilha tarifária entregue nesta quinta-feira, 28 de dezembro, à Assembleia Legislativa de São Paulo e que também será publicada no Diário Oficial do Estado.

Bilhetes mensal e diário – As modalidades temporais de crédito Mensal ou 24 Horas também terão seus valores reajustados a partir do dia 7. O Bilhete Mensal passa para R$ 194,30, enquanto o valor integrado entre ônibus e trens será de R$ 307,00. Já o Bilhete 24 Horas passa para R$ 15,30 somente ônibus ou R$ 20,50 integrado entre os modais.

Todos os valores foram reajustados dentro do índice de inflação acumulada no período.

Os passageiros que comprarem seus créditos temporais antes da data do reajuste também poderão continuar utilizando o bilhete normalmente com os valores atuais.

Gratuidades – As gratuidades para idosos, estudantes e desempregados não terão nenhuma mudança. Somente neste ano, o Governo do Estado investiu mais de R$ 2 bilhões em gratuidades para que 312 milhões passageiros tivessem acesso livre ao transporte público e subvenções.