Calçada Irregular Coloca Pedestre Em Risco No Jardim Primavera

As Calçadas irregulares na cidade de São Paulo são como observar um pé de jabuticaba em época da safra: tudo que se vê na jabuticabeira são os seus lindos frutos, tão negro, que é um brilho só. Olhando as calçadas da nossa cidade tudo que se vê são irregularidades, como por exemplo, piso liso que é proibido por lei, buracos, desníveis, metragem transversal fora do padrão exigido por lei, postes de empresas publicas e até empresas particulares, por exemplo, da Enel (empresa concessionária de eletricidade) e entre outras tantas irregularidades. Até escadas de residências e de escolas publicas que começa com o seu primeiro degrau sobre a calçada, desde a guia da rua.

Quem sofre é o munícipe que paga os impostos e taxas e não tem resposta do poder público sobre determinadas situações.  O risco para o pedestre é enorme e notório. A calçada em questão nessa matéria que atende o anseio de mais de 10 comunidades na região do Jardim Primavera está localizada ao lado da loja de varejo Di Gaspi, na Avenida Presidente João Goulart com a Avenida Lourenço Cabreira, altura do numero 861 (CEP 04812-000 e 04812-010). As duas avenidas ligam dezenas de bairros da Capela do Socorro e o fluxo de veículos é intenso o dia todo, desde as 5 horas da manhã. O fluxo de pedestre que poderiam utilizar a citada calçada, como seu direito de mobilidade garantido por lei, é intensos quanto os de automotores.

No entanto, o pedestre tem que andar na Avenida Presidente João Goulart, dividindo o espaço com os carros a ponto de ser atropelado.  Isso acontece por motivo da calçada irregular com desníveis transversal, como mostra a foto, onde as pessoas com mobilidade normal não tem condições de passar sobre ela, pois o risco de escorregar e bater a cabeça é grande, escorregar e sair rolando até a avenida já foi constatado, risco de quebrar as pernas e até risco de morte.

Agora imaginamos a situação dos cadeirantes, dos idosos e os com mobilidade reduzida! Onde está o direito, garantido por lei, dessas pessoas, que também pagam seus impostos? A revolta da população da região chegou ao extremo e já se cogita uma mega manifestação para pedir atitude do poder público responsável pela fiscalização e cumprimento da lei de acordo